15 de abril de 2013

Há alguns dias atrás, a jornalista Cristiane Capuchinho esteve na Universidade Federal do Oeste do Pará - UFOPA. Na ocasião a mesma fez várias entrevistas e pode ver de perto a situação da UFOPA. A julgar pelas postagens, parece que a UFOPA não causou uma boa impressão para a correspondente da UOL.
Aulas em hotel chamou a atenção da UOL. 
Veja a seguir, alguns trechos das postagens publicadas hoje(15) pela jornalista no Portal UOL:

"A falta de laboratórios em número suficiente para acomodar alunos e professores da Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará) provoca situações esdrúxulas. Caso emblemático é o do Laboratório de Sementes Florestais. No laboratório convivem –ou deveriam conviver— quatro professores e suas pesquisas. No entanto, a pesquisa com sementes florestais não pode ser feita, pois a pesquisa com fungos, locada em uma bancada vizinha, contaminaria as amostras." Clique aqui e leia a postagem na íntegra.

Pelas paredes, cartazes e faixas pedem a homologação do estatuto da Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará). Mais de três anos após sua criação, a instituição ainda não tem um estatuto.
Sem o documento, alunos e professores reclamam de não haver normas para reger o cotidiano da instituição. Perguntado se o modelo de aulas incluía, por exemplo, disciplinas obrigatórias e outras optativas, Luiz Fernando não soube responder. "Também não temos regimento da universidade para saber se há ou não o modelo de disciplinas obrigatórias e optativas." Clique aqui e leia esta postagem na íntegra.

A Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará) vive de improviso mesmo três após o decreto de sua criação em novembro de 2009. Um de seus campi se chama "Boulevard" -- referência ao nome do hotel em que funciona, o Amazônia Boulevard. Todos os 1.200 calouros que recebe a cada vestibular passam pelas 40 salas de aula que funcionam em conjunto com as atividades hoteleiras do locador, agências de viagem e até uma outra unidade universitária de uma instituição privada.Clique aqui e leia esta postagem na íntegra

O estudante que quer fazer um curso superior na Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará) tem de se preparar para um longo processo seletivo. Do momento em que apresentar a nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) para concorrer ao ingresso podem se passar até três anos para que ele tenha certeza de ter conseguido a vaga no curso em que deseja, isso se for aprovado em todas as etapas.
O modelo de entrada na Ufopa é único e não específico para cada um dos 36 cursos de graduação oferecidos pela instituição. O aluno com nota suficiente para frequentar os bancos da universidade ingressa como estudante da instituição em um ciclo de formação interdisciplinar, sem saber ao certo se terá no futuro vaga para o curso que desejar. Clique aqui e esta postagem na íntegra.

O vestibular da Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará) não seleciona diretamente para as graduações que oferece. O sistema inclui, pelo menos, seis meses de matérias interdisciplinares para que o calouro se classifique para o instituto desejado. A escolha do curso demora outros seis meses, no mínimo.

Mesmo já nos bancos do ensino superior, o clima nas aulas dos primeiro anistas é de competição. Os estudantes ouvidos pelo UOL relatam que uma das principais consequências é que não há sentimento de grupo. Alguns alunos se recusam a fazer trabalhos em grupo, não repassam mensagens de professores e chegam a rasgar a lista de frequência. O objetivo é prejudicar seus colegas-concorrentes. Clique aqui e leia mais.

Fonte: UOL / Texto da jornalista Cristiane Capuchinho

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