1 de outubro de 2012


Em muitas Assembleias de Deus:
  • O tempo da exposição da Palavra de Deus foi suprimido ou reduzido por causa de shows de coreografia ou peças teatrais.
  • Pregações sobre a obra expiatória do Senhor Jesus e as ministrações do Espírito Santo cederam espaço para a falaciosa Teologia da Prosperidade e o famigerado "reteté". 
  • A exposição das Escrituras sob a unção do Espirito não é mais suficiente. É preciso animar auditório e recorrer a práticas bizarras, como derramar jarras de azeite sobre a cabeça. 
  • O culto não é mais para Deus e faz-se de tudo um pouco para agradar as pessoas e massagear seus egos. Capoeira, gospel funk, street dance, festa jesuína e outras formas de entreter o povo têm sido adotadas como estratégias de "evangelização".

Está a Assembleia de Deus se neopentecostalizando? A bem da verdade, o Deus da Assembleia tem as suas reservas na terra. Há pastores e expoentes das Escrituras que têm cuidado de si mesmo e da doutrina (1 Tm 4.16) e não se deixaram influenciar pelo místico neopentecostalismo. Mas muitos líderes que se dizem assembleianos já se neopentecostalizaram, a fim de agradarem a uma multidão de interesseiros.

Quanto a mim, continuo, por graça do Senhor, andando pelo caminho estreito (Mt 7.13,14).

Por Ciro Sanches Zibordi*

* Ciro Sanches Zibordi é editor, escritor, articulista. Pastor na Assembleia de Deus do Ministério de Cordovil, Rio de Janeiro-RJ. Membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil e da Casa de Letras Emílio Conde. Colunista do jornal The Christian Post e do portal OGalileo. Acesse o blog do Pr. Ciro Zibordi: http://cirozibordi.blogspot.com.br/

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