27 de setembro de 2012

“A suposta construção de legítima defesa não poderia jamais ser analisada em juízo de valor da autoridade policial, mas sim do Poder Judiciário! O representado poderia ter efetuado disparo de advertência ou em região não letal, mas preferiu fuzilar a vítima com dois tiros, causando-lhe o óbito”.
Esse é o entendimento da Promotora Ione Missae Nakamura, ao pedir ontem a prisão temporária do Policial Rodoviário que atirou no vigilante. 

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