6 de agosto de 2012

O STF, ao julgar os mensaleiros, trouxe à baila expediente nada republicano manejado pelo Poder Público nos últimos anos. A corrupção!

Embora a moléstia comportamental mostrada pela mídia apresente-se na esfera federal, dita prática estende-se a todos os níveis da federação. O modo de operar é que difere, ou alguém duvida disso?

O Executivo, mais forte politicamente dentre os poderes, para agir com liberdade e governar em proveito partidário arrecada e desvia dinheiro público para controlar o legislativo, atrofiando o indispensável sistema freios e contrapesos que deve reinar harmonicamente nas diversas atividades do poder.

Os fins justificam os meios e o dinheiro da corrupção que fomenta o caixa dois passou a se chamar de receita não contabilizada, como se tudo estivesse certo. Puro eufemismo.

Sem um legislativo forte, independente e altamente representativo não se pode falar em Estado Democrático de Direito, objetivo da República! (Post do Blog do José Ronaldo Dias Campos)

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