19 de fevereiro de 2012

Código fonte da rede social teria sido roubado em invasão. Hacker disse que queria apenas 'demonstrar as falhas' do Facebook. 

Um estudante britânico que invadiu os servidores do Facebook em 2011 foi condenado a oito meses de prisão na Inglaterra na ultima sexta-feira (17). A invasão poderia ter trazido desastrosas consequências para a rede de Mark Zuckerberg. O caso foi definido como o mais grave já visto a uma rede social.

O estudante de programação Gleen Manghan, de 26 anos, admitiu ter invadido a rede social Facebook usando um computador na casa de seus pais em York, norte da Inglaterra, entre abril e maio do ano passado. O ataque fez com que a empresa pensasse estar sofrendo algum tipo de espionagem.

Ao notar que existia uma falha de segurança em seus servidores, o Facebook notificou o FBIpara uma investigação. Os agentes federais norte-americanos trabalharam com seus especialistas em busca do invasor. Ao descobrirem que os acessos da Inglaterra, contataram a polícia britânica para identificar a localidade exata e assim chegar a Gleen. A rede de Zuckerberg gastou mais de US$ 240 mil dólares com as investigações.

Gleen tentou se explicar ao dizer que apenas invadiu para demonstrar as vulnerabilidades presentes na rede e escolheu o Facebook justamente por ser muito acessado. O estudante já havia ajudado o Yahoo a descobrir falhas, mas o promotor do caso, Sandip Patel, não aceitou a justificativa dada. Patel disse Manghan atuou de forma “mal-intencionada” e “calculista”.

Nenhum dado dos usuários foi comprometido pela invasão. De acordo com o jornal Daily Mail, o alvo de Gleen Manghan foi o código fonte do Facebook.
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