8 de fevereiro de 2012

Apesar da Escola Waldemar Maués está em penúltimo lugar na lista de prioridade da SEDUC, há uma promessa que a escola seja restaurada, por funcionar em  prédio histórico.

Frente da Escola. Na parte desta escola é que fica o prédio
histórico.
A tradição e a beleza dos prédios históricos, onde hoje funcionam várias escolas da Rede Estadual de Ensino, receberão um cuidado especial este ano. O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Educação (Seduc), vai investir pelo menos R$ 25 milhões na restauração de 15 dessas escolas paraenses.

A tradição e a beleza dos prédios históricos, onde hoje funcionam várias escolas da Rede Estadual de Ensino, receberão um cuidado especial este ano. O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Educação (Seduc), vai investir pelo menos R$ 25 milhões na restauração de 15 dessas escolas paraenses.

Entre elas estão as escolas Frei Ambrósio e Rodrigues dos Santos em Santarém, Fulgêncio Batista (Alenquer) e Waldemar Maués (Belterra), na região oeste do Pará.
A primeira a ser restaurada será a Escola Estadual Barão do Rio Branco, em Belém, que em março completa 100 anos de fundação. Escolas do interior, em todas as regiões, também serão restauradas.

Os projetos de restauração estão sendo submetidos ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e devem ser licitados até o mês de março.

Segundo o secretário adjunto de logística da Seduc, José Croelhas, as 15 escolas foram divididas em três grupos de prioridade. O primeiro, que abrange escolas em Igarapé-Açu, Santa Izabel, Alenquer, Santarém e a Barão do Rio Branco, na capital, terá um investimento de R$ 10,6 milhões e a obra será licitada até março.

“Fizemos um levantamento que identificou essas 15 escolas que funcionam em prédios históricos e que precisam de restauração para manter a infraestrutura adequada para os alunos, bem como manter a tradição e o patrimônio que representam. Por isso, também dividimos esses prédios em três grupos de prioridades. O primeiro será licitado até março. A previsão é que as obras de restauração comecem este ano em todas essas escolas. Tudo depende da aprovação do Iphan para o início do processo licitatório”, afirma Croelhas.

Os recursos que serão aplicados para a reforma das escolas são oriundos do Tesouro Estadual. José explica que no ano passado o Governo apenas conseguiu fazer obras de pouco mais de R$ 100 mil nas escolas, em função das limitações financeiras do Estado, mas que neste ano já estão previstos recursos para outras reforma, em especial a das escolas que funcionam nos prédios históricos.

Durante as restaurações, o secretário reforça que os alunos serão acomodados em outras escolas da rede, que fiquem próximas à unidade em reforma, ou assistirão as aulas em prédios alugados para o período da obra. “Essas reformas vão resgatar a história desses prédios e valorizar o nosso patrimônio e a nossa educação. Essa é uma resposta ao clamor dos alunos, e um reconhecimento dessas importantes instituições do Estado”.

Veja a lista de escolas, por grupo de prioridade, que serão restauradas pela Seduc:

Prioridade 01
Alenquer – Fulgêncio Simões – R$ 2.500.000,00
Belém – Barão do Rio Branco – R$ 1.600.000,00
Castanhal – Cônego Leitão – R$ 1.800.000,00
Santarém – Frei Ambrósio – R$ 1.200.000,00
Santa Izabel – Antônio Lemos – R$ 3.500.000,00

Prioridade 02
Belém – Paes de Carvalho – R$ 2.000.000,00
Belém – IEP – R$ 200.000,00
Bragança – Monsenhor Mâncio – R$ 2.100.000,00
Cachoeira do Arari – José Rodrigues Viana – R$ 1.800.000,00
Santarém – Rodrigues dos Santos – R$ 800.000,00

Prioridade 03
Belém – Centro de Educação Especial – R$ 1.400.000,00
Belém – Benjamim Constant – R$ 800.000,00
Belém – Rui Barbosa – R$ 1.600.000,00
Belterra – Waldemar Maués – R$ 1.900.000,00
Igarapé-Açu – Dr. Ângelo Cezarino – R$ 1.600.000,00

Fonte: Gazeta de Santarém
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