10 de outubro de 2011

O Palácio do Planalto foi reformado na gestão Lula. Em tão poucas palavras, já se diz tanto, né? Existiria alguma razão para que o processo todo se desse com transparência e lisura? A resposta está na primeira frase do texto. Em agosto de 2010, as obras foram dadas por concluídas, o que é falso, e o palácio foi reaberto. Reportagem de Daniel Pereira, na VEJA desta semana, conta uma história cabeluda. E cara! A obra estava orçada em R$ 78 milhões, mas não saiu por menos de R$ 112 milhões. Pois é… Segundo relatório da Secretaria de Controle Interno da Presidência, datado de outubro de 2010, não há documentos que comprovem a elevação dos gastos. O documento sustenta que o governo pagou à empresa Porto Belo Construções R$ 5,5 milhões a mais do que era devido. Pediu ressarcimento? Não! Ao contrário: o governo negocia o pagamento de mais R$ 3,5 milhões - a empresa pede R$ 11 milhões!


Leiam a reportagem. O rolo todo começa em 2009, com suspeitas de fraude já no processo licitatório. Uma das pessoas que Lula escalou para vigiar o processo foi, podem rolar de rir, Erenice Guerra. Outra personagem do imbróglio é o general Jorge Fraxe, que hoje chefia o Dnit. Fraxe é personagem de uma reportagem na edição passada da VEJA. Ele é acusado de ter montado uma ONG para desviar verbas do departamento.
Por Reinaldo Azevedo


Via VEJA

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