29 de setembro de 2012


Se cada brasileiro defendesse a democracia, a liberdade de imprensa e de expressão, o combate à corrupção e às desigualdades sociais, da mesma forma que defendem seus partidos políticos e candidatos, o Brasil seria um país de primeiro mundo em menos de 15 anos. 

Podem me chamar de Plínio (como já me chamaram), dizer que sou contra A ou B, mas a verdade é que eu nunca declarei que um candidato é melhor que outro. Até porque, não analiso candidatos por rótulo (partido) e sim pelas propostas. Não apenas por aquilo que eles falam agora (que muitas vezes é mentira) mas, por aquilo que já fizeram e falaram e nem imaginaram que um dia seriam analisado pela imprensa e por eleitores sérios e críticos.

Na democracia, o bom é isto, cada um pode de afiliar ao partido que desejar. No Brasil, temos inúmeros partidos. 

O ruim disto é o fanatismo partidário. O eleitor fanático, passa a ver o seu candidato como um super herói, por mais que ele seja um grande vilão. Vi isto no recente caso de dois candidatos que foram barrados pela ficha limpa. Um era da direita (Jáder barbalho, do PMDB) e outro da esquerda (Paulo Rocha, do PT). Para os da "esquerda", o "ficha suja" era o da direita, enquanto o deles era FICHA LIMPA. Já para os da direita, o FICHA LIMPA era o candidato deles e o da esquerda FICHA SUJA. Tem pessoas que nem leem ou assistem nenhuma matéria que apontem seu candidato como suposto ficha suja... é por isto que muitos não leem a revista Veja, pois fala com "tom de direita", outros não leem a Carta Capital, que fala em tom de esquerda e por aí vai...

Não acho que isto seja bom para o Brasil. Antes de votar, nós eleitores, deveríamos analisar cada candidato: O que pensam, o que defendem, o que creem  o que já foram, seu histórico, o que já falaram... é só pesquisar.. está tudo por aí. É só pesquisar na internet (Google, Youtube, etc) o nome do seu candidato que você verá quem ele é realmente.

Volto a falar, O FANATISMO CEGA AS PESSOAS. Não sou fanático à nenhum partido político. Claro vou votar, para cumprir minha obrigação com a pátria. Se algum dia eu me filiar em algum partido político, quero continuar com a mesma postura, o que está errado é errado, mesmo que esteja no próprio partido.

Por falar nisto, tem muita gente criticando (alguns fanáticos-partidários) os evangélicos por estarem dando sugestões, opiniões, fazendo análise a cerca de política. Sou blogueiro, evangélico e pergunto: Afinal, porque não podemos opinar, criticar, reclamar? Não pagamos os mesmo impostos? Não cumprimos as nossas obrigações? Então temos o direito sim. Daí a césar o que é de César e a Deus o que é de Deus. É claro que, qualquer que seja o vencedor de uma corrida eleitoral, o papel da igreja é orar por todos os governantes.

Postagem publicada por Ronilson Santos em 09/10/2010 e atualizada em 29/09/2012.

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